segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pesquisa mostra que 81% dos embarcadores marítimos pretende cortar custos, neste ano, através de documentos eletrônicos de embarque


Fonte: INTTRA através de www.SupplyChainBrain.com
25 de Fevereiro de 2013

Um estudo global de embarcadores de grande volume e freight forwarders, incluindo quatro dos cinco maiores operadores logísticos, concluiu que 81% dos respondentes querem receber faturas eletrônicas em 2013.
O estudo, realizado pelo INTTRA, também apontou  que 77% dos respondentes acham que o gerenciamento dos conflitos é o grande desafio envolvendo faturas, com a redução do tempo e dos custos de processamento vindo em segundo lugar com 68%. 
Os 10 países no ranking dos que preferem a fatura eletrônica incluem a Grã-Bretanha, a China, Holanda, Estados Unidos, Alemanha, Cingapura, Austrália, França, HongKong e Itália.
Documentação, resolução de conflitos e processos de pagamento são altamente fragmentados nesse segmento de negócios e representam uma área significante de custos e ineficiência, diz Otto Schacht, que é o vice-presidente executivo de logística marítima da Kuhne+Nagel.  Operadores logísticos e seus transportadores marítimos podem beneficiar-se da padronização dos processos, melhorar a visibilidade para suas responsabilidades financeiras e tornar o processo documental mais transparente, tudo isso correspondendo a ganhos de tempo e de recursos.

Ganhos potenciais de milhões durante tempos economicamente difíceis

A indústria do transporte marítimo continua se deparando com desafios financeiros, incluindo custos recordes nos custos de combustíveis, uma redução das fontes tradicionais de financiamento, decréscimo do volume global, e capacidade excedente. O processo de pagamento manual resulta em custos diários de desperdício para transportadores e embarcadores , que podem somar milhões de dólares anualmente: A força tarefa informal da Comissão Europeia em prol da fatura eletrônica aponta que o custo médio de processar a fatura em papel na Europa foi de cerca de €30 (US$48). De acordo com o relatório Billentis 2012 E-Invoicing/E-Billing Report, a mudança para a fatura eletrônica corresponderá a ganhos entre 50% e 80%. Para transportadores isso poderá significar um ganho de US$55 a US$ 80 em cada fatura.
A redução de erros e conflitos como um método para cortar custos permanece como a maior prioridade na demanda pela fatura eletrônica em 2013.
Os respondentes da pesquisa concordam prontamente: 93% quer o gerenciamento eletrônicos dos conflitos. Atualmente, os erros de faturas são estimados entre 20 a 25% de todos os documentos de frete. Isso resulta em atrasos e não pagamentos para os transportadores e drena tempo e recursos de ambas as partes que devem trabalhar juntas para processar e resolver essas discrepâncias.
“Nós estamos olhando para um rápido crescimento na adoção e necessidade para a fatura eletrônica na indústria de transporte marítimo, diz Rod Agona, o diretor para o gerenciamento da documentação eletrônica da INTTRA. “Não é segredo que este setor está tratando com uma economia muito difícil – como nunca vimos antes. Tanto os transportadores quanto os embarcadores estão olhando para modos de torná-lo mais eficiente e rentável, e a fatura eletrônica é um método comprovado para se atingir essas metas.
Os respondentes incluíram mais de 30 embarcadores de grande volume e freight forwarders, incluindo os quatro maiores em volume de TEUs. A pesquisa foi conduzida no outono de 2012 através de entrevistas individuais e questionários eletrônicos com executivos com títulos de diretor ou acima, das áreas comercial, TI, e finanças.

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